Ergonomia é um conjunto de ciências e tecnologias que procura a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e o seu ambiente de t...

Ergonomia - Postura correta para trabalhar na frente do computador


Ergonomia é um conjunto de ciências e tecnologias que procura a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e o seu ambiente de trabalho, procurando adaptar as condições de trabalho às características do ser humano, resultando no princípio mais importante da ergonomia: adaptar o trabalho ao homem.

As atividades que exigem movimentos repetitivos, força excessiva, posturas estáticas ou inadequadas, digitação por tempo prolongado, entre outras, podem levar a dores musculares. Esses tipos de atividades sem alternância, pausas para descanso e/ou mudanças de postura podem ser prejudiciais. É possível trabalhar com maior segurança e conforto adotando-se algumas medidas simples, baseadas em exercícios de alongamento e de relaxamento muscular, que ajudam também a diminuir o estresse, a fadiga, corrigir a postura e reduzir as chances de lesões osteomusculares.

Postura correta para trabalhar na frente do computador

- Mantenha os olhos no mesmo nível da parte superior da tela do monitor;

- Mantenha o monitor a uma distância de aproximadamente 50 cm dos seus olhos;

- Mantenha as costas apoiadas no encosto da cadeira;

- Os cotovelos, próximos ao corpo, devem fazer um ângulo de 90º; os punhos devem permanecer retos e apoiados sobre a mesa de trabalho;

- Caso a mesa de trabalho não permita o apoio dos punhos, utilizar cadeira com braços reguláveis, posicionados na mesma altura da mesa de trabalho;

- Mantenha os pés apoiados no chão ou em apoio próprio, um ao lado do outro;

- O monitor deve ficar perpendicular às janelas, evitando reflexos na tela ou ofuscamento;

- Não trabalhe com rotação ou torção do tronco, ficando de frente para o monitor;

- Faça pausas de 10 minutos a cada 50 minutos de digitação contínua.

Fonte: Laboratório Aché.

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A Qualidade de Vida no Trabalho é uma “gestão dinâmica e contingencial de fatores físicos, tecnológicos e sócio-psicológicos que afetam a cu...

Alogamentos na pausa do trabalho


A Qualidade de Vida no Trabalho é uma “gestão dinâmica e contingencial de fatores físicos, tecnológicos e sócio-psicológicos que afetam a cultura e renovam o clima organizacional, refletindo-se no bem-estar do trabalhador e na produtividade das empresas” (FERNANDES, 1990; 1996).

Fontes (2001), afirma que a Ginástica Laboral ou de Pausa é uma atividade física diária, realizada no local de trabalho, incluindo exercícios de compensação para movimentos repetidos, para ausência e para posturas incorretas no local de trabalho. Consiste em exercícios de alongamentos e relaxamentos musculares, bem como a flexibilidade articular, promovendo o fortalecimento de estruturas frágeis e, principalmente, o relaxamento das estruturas sobrecarregadas.

Alongar-se deveria ser uma prática obrigatória no dia a dia de qualquer pessoa, visto que, seus benefícios vão desde um simples alívio até a prevenção de doenças provocadas por movimentos repetitivos ou expostas a um stress contínuo.

Durante o expediente de trabalho é comum em meio tantas atribuições esquecer a forma correta de se sentar, manter as pernas ao solo, como posicionar o mouse e o teclado do computador, entre outros objetos do ambiente laboral. Além de cansativo, não corrigir a postura e permanecer estático por períodos longos acarreta em lesões como LER (Lesão por Esforço Repetitivo) e DORT (Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho).

Para cada incomodo e dor que o sujeito sentir é necessário dar uma pausa e realizar alongamentos específicos para a região afetada. Desta maneira, aliviar a dor ajuda o indivíduo durante seu expediente, trazendo benefícios como uma melhor concentração, pois não vai estar preocupado com a dor, ativação da circulação sanguínea evitando o formigamento dos membros superior e inferior e dormências, descomprime as articulações, oxigenação do cérebro, reduz o stress e a fadiga muscular durante o período de trabalho, entre outros.

A Ginástica na Empresa antes conhecida como Ginástica Laboral pode ser realizada em qualquer momento durante o expediente, sem necessitar de vestes adequadas ou sair do seu setor. É importante ressaltar que a ginástica realizada no local de trabalho é apenas um estímulo e valorização da prática de exercícios físicos, cabendo assim a cada colaborador realizar as pausas sempre que achar necessário.

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Também chamada de Parecer Ergonômico e inadequadamente de Laudo Ergonômico, destina-se a verificar e qualificar as condições a que estão suj...

A avaliação ergonômica


Também chamada de Parecer Ergonômico e inadequadamente de Laudo Ergonômico, destina-se a verificar e qualificar as condições a que estão sujeitos os funcionários em suas atividades durante o processo produtivo da empresa.

A Ergonomia para alguns está meramente ligada ao mobiliário e classificada erroneamente e popularmente como a "ciência da mesa e cadeira".

Ledo engano, ela vai muito além do mobiliário, este item é apenas uma das muitas variáveis que compõem seus estudos porém, também de suma importância.
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Sylvia Volpi
Professora e Conslutora
de Ergonomia


A influência sobre a qualidade de vida do ser humano dentro da empresa é reflexo do ambiente de trabalho como um todo.

A Avaliação Ergonômica está diretamente ligada à ergonomia de manutenção (corretiva) onde o trabalho é analisado conforme a tarefa que já é executada.

Esta análise mostra a situação geral no que toca ao posto de trabalho, pressões, carga cognitiva, densidade do trabalho, organização do trabalho, modo operatório, ritmos, posturas, entre outros fatores relevantes.

Para que seja completa e proveitosa para a empresa, demanda dias de estudos e observações, registro de imagens, diálogo com os funcionários baseados na confiança mútua gerada pela empatia.

O convívio direto com o ambiente e situações de trabalho são primordiais.

Complementando os estudos, utilizam-se também levantamentos estatísticos e a análise de registros já existentes na empresa, coleta de informações em vários departamentos, etc.

Situar a empresa perante a NR 17 somente, é insuficiente, pois a norma é restrita e incompleta.

Por existirem infinitas situações de trabalho não haveria como citar todas estas em uma norma.

A avaliação é um trabalho minucioso que requer extrema paciência, dedicação, além de profundo conhecimento técnico.

Relatórios que terminam fazendo parte apenas de arquivos são inúteis e custam muito caro para a empresa e funcionários.

Relatórios volumosos, com excesso de informações por vezes de nada valem se não possuírem qualidade na análise.

Mencionar apenas se uma situação é satisfatória ou insatisfatória não leva a nada, tais conclusões independem de conhecimento ergonômico, são apenas uma questão de bom senso.

Conseguir "enxergar" o que não é óbvio é tarefa para especialistas.

Não existe um "ergonomímetro", e este jamais poderia ser utilizado pois as sensações e sentimentos do ser humano, suas atitudes e condutas não podem ser mensuradas por aparelhos.

Da mesma maneira não se pode comparar o custo de um levantamento de ruído com um de ergonomia, os custos são diferenciados, pois o trabalho é totalmente diferente, muito mais complexo, moroso e requer a presença constante do ergonomista.

A Avaliação Ergonômica é o diagnóstico dos problemas e suas conseqüências tanto para o funcionário como para a empresa.

É condição primordial para que se possa então proceder aos projetos de modificações, visando o bem estar do ser humano e a produtividade com qualidade.

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No dia 14 de junho, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional publicou no Diário Oficial da União sua Resolução 385 que reaf...

Resolução reafirma a competência do fisioterapeuta para a prática da ginástica laboral



No dia 14 de junho, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional publicou no Diário Oficial da União sua Resolução 385 que reafirma a competência do fisioterapeuta para a prática da ginástica laboral. Segundo Wilen Heil, fisioterapeuta e conselheiro do Coffito, além de atender a um antigo clamor da categoria, a medida procurou reforçar a ideia de que o fisioterapeuta é o profissional legitimado para utilizar este recurso não só com fins terapêuticos, mas também como medida de prevenção e promoção de saúde. "O fisioterapeuta utiliza a ginástica laboral com uma visão muito mais focada na questão ergonômica e na prevenção de problemas ergonômicos", contextualiza Wilen. 

A resolução concede o direito de uso desta ferramenta a todos os fisioterapeutas, destacando que a ginástica laboral, quando exercida por este profissional, é uma atividade inerente à saúde físico-funcional das pessoas que se encontram na relação de trabalho, independente de sua circunstância. O texto ainda enfatiza que o fisioterapeuta, em virtude de sua formação, levará em conta as condições ergonômicas do posto de trabalho, a eleição e aplicação dos exercícios individuais ou em grupo.

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O trabalho em computador quando executado por muitas horas seguidas pode vir a provocar problemas como fadiga ocular e intelectual, dores mu...

Trabalho em Computador: de olho na ergonomia


O trabalho em computador quando executado por muitas horas seguidas pode vir a provocar problemas como fadiga ocular e intelectual, dores musculares e tendinites, quando não adotamos hábitos saudáveis, como por exemplo, a adoção de uma postura incorreta. Abaixo vamos detalhar alguns procedimentos que devem ser seguidos a fim de evitar estes problemas:

- Uma boa postura é fundamental para diminuir a fadiga muscular e visual. As costas devem ser bem apoiadas pelo encosto da cadeira; os ângulos entre os antebraços e os braços e entre as pernas e o tronco devem ser de 90º. Posicione-se entre 45 a 70 centímetros do monitor, fazendo com este um ângulo entre 10 a 20º. Regule sua altura, deixando-o ligeiramente abaixo (15 a 20 graus) da altura dos olhos para evitar a tensão no pescoço. Podemos utilizar suportes de monitor ou mesas dinâmicas que permitem a regulagem.

- A posição dos pés também é uma recomendação importante para o relaxamento da musculatura e para melhorar a circulação sanguínea nos membros inferiores. Portanto, os pés devem estar bem apoiados no chão ou a adoção de um apoio para os pés. O apoio para os pés é importante se a cadeira estiver numa posição demasiado alta para conseguir apoiar corretamente os pés no chão.

- Minimize a distância entre seu monitor e quaisquer documentos que você precise consultar durante o trabalho. Copiar texto, de numa folha mal colocada fatigante. Utilize um suporte para folhas e coloque-o, de preferência, entre o teclado e o monitor, fazendo um ângulo reduzido relativamente à você.

- Ajuste a iluminação do monitor para minimizar o excesso de luminosidade na tela.

- O teclado e o "mouse" devem também estar posicionados ao nível da altura dos cotovelos. Durante o trabalho é importante que o punho fique reto, para tanto, podemos utilizar suportes a fim de apoiar os cotovelos na mesa de trabalho.

- O teclado e o "mouse" são dispositivos que influenciam diretamente a sua saúde e podem provocar uma maior ou menor fadiga. A maioria dos teclados ergonômicos existentes no mercado inclui o apoio para os pulsos. No entanto, os trabalhadores que utilizam os computadores de forma intensa devem adquirir teclados ergonômicos, que diminuem a fadiga e aumentam a velocidade de digitação. O "mouse" ergonômico também é aconselhado, sendo recomendável optar por um modelo baixo, que exige um menor esforço do pulso. Destacamos os modelos com sensor óptico (não têm bola), que garantem uma maior precisão, um menor atrito entre o rato e o respectivo tapete, provocando, portanto menos cansaço.

- Vamos manter as mãos relaxadas no teclado e no "mouse". Os dedos devem estar ligeiramente fletidos e não esticados. Pressione as teclas suavemente e não estenda demasiadamente os dedos para chegar às teclas que estão mais longe - é preferível que desloque os braços. Deste modo alivia a tensão nos nervos, tendões e músculos da mão.

- Mantenha os braços junto ao corpo.

- Se por acaso precisar pensar, não fique olhando o monitor, pois vai cansar inutilmente a sua vista.

- Atente ao fato de que o monitor ao longo de anos de uso fica menos nítido, exigindo um esforço maior nos olhos. Quem o utiliza diariamente pode não notar a diferença porque se vai habituando gradualmente ao desgaste do monitor.

- Uma boa cadeira é fundamental. Como regra, procure um modelo que possibilite o maior número possível de ajustes (altura do assento, dos apoios dos braços e do encosto e ângulos entre estes) e preparado para eventuais adições (encosto para a cabeça, apoio para os pés e braços, etc.).

- As cadeiras também devem ser ajustadas à altura da pessoa. Quando são fixas devem possuir regulagens compatíveis com as da população brasileira (altura ideal a partir de 36 cm).

- As cadeiras devem possuir encosto de tamanho médio, para garantir uma melhor distribuição do peso corporal, e um melhor relaxamento da musculatura. É recomendável ainda, que as cadeiras não tenham braços (o apoio deve estar nas mesas, para garantir um apoio correto).

- Vamos nos habituar a dar pausas no trabalho. Pode exigir autodisciplina e organização, mas é importante, mesmo que o seu espaço de trabalho seja ergonômico. Ao fim de duas horas ao computador, levante-se e descanse 10-15 minutos. Levante-se e estique o corpo, ou dê alguns passos. Se puder pratique os exercícios de alongamento e de relaxamento. Se não o puder fazer, organize as suas tarefas de modo a executá-las intercaladamente - estará a alternar os músculos e tendões que usa em cada uma delas. A fim de prevenir a fadiga visual, feche os olhos durante alguns segundos e foque ocasionalmente paisagens ou objetos distantes (a 6m ou mais). Pode também fazer pequenos exercícios de alongamento e relaxamento - valem, sobretudo pela mudança de posição.

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Os gastos com a saúde têm se mostrado um dos maiores pesos para as empresas. A assistência médica torna-se um desafio para os executivos ...

Osteopatia nas empresas: economia e produtividade


Os gastos com a saúde têm se mostrado um dos maiores pesos para as empresas. A assistência médica torna-se um desafio para os executivos de recursos humanos. Qual a melhor solução de custo-benefício para uma boa gestão nesta área? A resposta é simples: um programa preventivo.
É neste contexto que a osteopatia representa um dos grandes aliados para a precaução e reabilitação de doenças ocupacionais e acidentes no ambiente de trabalho. Quando aplicada dentro de uma análise global, inclusive no próprio ambiente de trabalho, a Osteopatia serve como excelente ferramenta de prevenção de DORTs (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) e de qualquer tipo de disfunção que acompanha o funcionário em seu posto de trabalho.
A Osteopatia é uma especialidade da fisioterapia, ainda pouco difundida no país, com diagnóstico próprio que se agrega ao diagnóstico médico, em que o fisioterapeuta utiliza as mãos como ferramenta de trabalho.
Essa terapia é embasada nas áreas da anatomia, embriologia, biomecânica e fisiologia, e trata a mecânica corporal através de técnicas específicas para cada tipo de tecido (músculos, ligamentos, vísceras, articulações, etc.).
Durante o tratamento o osteopata procura integrar todas as regiões do corpo e não somente o local da queixa de dor. Para isso, são utilizadas técnicas específicas para cada tipo de tecido. Ela se difere da fisioterapia convencional pelo tempo de tratamento, que geralmente, é mais curto e o foco do tratamento não está no local da dor e sim na origem dela.

Osteopatia nas Empresas
Atuação da osteopatia dentro da empresa é feita, normalmente, dentro do ambulatório da própria empresa. Dessa forma os custos são menores, gerando economia, pois o funcionário não precisa se deslocar até uma clínica para fazer o tratamento. Com esse tratamento o funcionário terá uma condição física melhor (sem dor) para realizar a sua função da melhor forma possível, com diminuição de riscos de acidentes de trabalho, afastamento e abstinência do trabalho.
Devido as condições diferenciadas de avaliação dos fatores causais, a Osteopatia possibilita uma intervenção rápida e precisa sobre o fator causal, eliminando, dessa forma, a patologia, antes mesmo que ela aparece.

Dinâmica dentro das Empresas
A osteopatia dentro das empresas pode atuar de diversas formas, desde as avaliações admissionais, que devido a atuação embasada na Osteopatia é possível conseguir assegurar que os indivíduos estarão em condições de executar as atividades para as quais foram contratados, com baixo risco de queixas, lesões e atestados médicos. Até em análises ergonômicas e laudos periciais, pois através de uma análise ergonômica baseada na visão osteopática, pode-se antever lesões e diminuir os riscos de cada função. Em muitos casos, é possível "prever" riscos que não são visíveis por protocolos tradicionais. Além disso, as avaliações criam possibilidades de melhorias de baixo custo, alta efetividade e aplicabilidade imediata.

Resultados e Benefícios
Este trabalho possibilita uma condição física e mental melhor para o funcionário, já que ele trabalha sem dor e consequentemente mais motivado. Para a empresa a diminuição nos custos, por ser um tratamento de rápida eficácia, curta duração, e ter baixo custo de implantação. Gerando assim, uma economia nas horas perdidas com afastamentos e tratamentos fora da empresa.

Dr. Felipe Yamaguchi é Fisioterapeuta e Osteopata da Clínica Reacciona, e atende empresas de Campinas, Piracicaba e Região.

Fonte

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