Para a maioria das pessoas que utilizam computadores como ferramenta de trabalho, essa tarefa se limita apenas em sentarem-se diante da máqu...

Ergonomia no posto de trabalho no computador




Para a maioria das pessoas que utilizam computadores como ferramenta de trabalho, essa tarefa se limita apenas em sentarem-se diante da máquina, ligá-la e realizar suas tarefas laborativas. Poucos têm conhecimentos de que a postura inadequada, a cadeira muito alta ou baixa, pouca ou muita claridade ou até mesmo a temperatura ambiente podem provocar desconforto e até mesmo agravar ou desencadear problemas físicos.

Inúmeros problemas podem surgir ao longo do tempo, principalmente quando não são utilizados equipamentos adequados às características individuais de cada pessoa.

Existem vários fatores que devem ser levados em conta numa avaliação ergonômica do posto informatizado, entre elas destacamos: 

Cadeira: Está deve ser estofada e revestida com tecido absorvente diminuído deste modo o efeito da transpiração. Se for revestida por outros tecidos de porosidade baixa (couro) acabam aumentando a transpiração;

A altura da cadeira deve ser regulável de maneira a permitir que os pés estejam bem apoiados no chão, pois quando a cadeira é alta demais o usuário trabalha com os pés pendurados, tal posição dificulta o retorno venoso;

A cadeira deve ter o encosto alto (algumas cadeiras já dispõem desse tipo de regulagem), apoio para os braços na altura do teclado, e a borda anterior do assento deve ser arredondada permitindo a livre circulação na porção posterior da coxa, evitando deste jeito problemas circulatórios nas pernas e pés.

Mesa: deve ter regulagem para o monitor e teclado independente da altura. Quando fixa tem altura média de 76 cm, porém o teclado deve está na altura do cotovelo do usuário;

O móvel deve ter cor neutra (cinza claro, gelo ou bege) evitando deste modo reflexos e ofuscamento que podem causar fadiga visual no usuário;

Os objetos sobre a mesa deve ser arrumados de forma organizada de tal  maneira que facilite o seu alcance e proteja o corpo contra riscos posturais.

Vídeo: A parte superior do monitor deve está a altura dos olhos, pois, quando alto ou baixo demais favorece a fadiga na região cervical.

Teclado e mouse: O teclado deve ser mantido à frente do computador e se situar a altura da mão do usuário. O mouse deve localizar-se ao lado do teclado como se fosse uma continuação do mesmo, evitando grande deslocamento da mão ou elevação do braço; 

Iluminação: deve ser do tipo geral e uniforme. O usuário deve evitar a iluminação direta no monitor, pois esse tipo de iluminação causa reflexos que podem causar fadiga visual.

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Segundo a Associação Brasileira de Ergonomia, (ABERGO 2000), A Ergonomia objetiva modificar os sistemas de trabalho para adequar a atividade...

Ergonomia é uma necessidade de mercado?



Segundo a Associação Brasileira de Ergonomia, (ABERGO 2000), A Ergonomia objetiva modificar os sistemas de trabalho para adequar a atividade nele existentes às características, habilidades e limitações das pessoas com vistas ao seu desempenho eficiente, confortável e seguro. A importância da Ergonomia está na contribuição para a promoção da segurança e bem-estar das pessoas e conseqüentemente a eficácia dos sistemas nas quais elas se encontram envolvidas

A palavra Ergonomia deriva do grego Ergon [trabalho] e nomos [normas, regras, leis].

O Ministério do Trabalho e Emprego, através da Norma Regulamentadora NR 17, com redação atual dada pela Portaria n° 3.751, de 23 de Novembro de 1990, estabelece os parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento de peso, transporte e descarga de materiais, mobiliário, aos equipamentos e às condições do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

Com relação ao Mobiliário dos postos sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição.
Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito de pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas.

Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem ter altura ajustável à altura do trabalhador, nenhuma conformação na base do assento e borda frontal arredondada, com encosto de forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar. Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho e o próprio ambiente de trabalho devem estar adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.

Dentro deste contexto verifica-se a grande necessidade de se adequar o Mobiliário e o próprio ambiente de trabalho ás características psicofisiológicas dos trabalhadores, mas na pratica o que significa isso? Significa que todo o Mobiliário, equipamento e o próprio ambiente de trabalho, devem passar por uma avaliação ergonômica, realizada entre outros por Médico do Trabalho e/ou Engenheiro de Segurança do Trabalho, que comprove sua condição de adequação às funções motoras especialmente no que se refere à postura e ao mecanismo de execução dos movimentos.

Em outras palavras todo mobiliário e até o posto de trabalho deve passar por uma avaliação ergonômica. O próprio Governo, nas três esferas Municipal, Estadual e Federal já solicita o Parecer Ergonômico, assinado por Médico do Trabalho e/ou Engenheiro de Segurança do Trabalho, para adquirir mobiliário em suas licitações. Também na iniciativa privada, já encontramos empresas, que solicitam os Pareceres Ergonômicos, para a aquisição de Mobiliário e de algumas máquinas e equipamentos.

Essa tendência de mercado, aonde a qualidade do equipamento aliada a sua adequação às exigências legais, no caso do mobiliário as questões ergonômicas, vem moldando os fabricantes, que buscam a todo custo se adequarem às necessidades do mercado e oferecem produtos de qualidade certificados também ergonomicamente.

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O cara no cubículo ao lado está discutindo no telefone. Do outro lado da sala alguém amaldiçoa em voz alta uma máquina que deixo...

Música no trabalho melhora rendimento profissional



O cara no cubículo ao lado está discutindo no telefone. Do outro lado da sala alguém amaldiçoa em voz alta uma máquina que deixou de funcionar. O fone de ouvido do outro lado da mesa de repente parece muito atraente. Alguém se importa se você colocar para tocar suas músicas do iTunes por um tempo? Há trabalhadores que gostam de ouvir suas canções preferidas quando acham que estão perdendo o foco. Há também aqueles que buscam escapar de um ambiente que é muito barulhento (ou muito baixo) para sentir a rotina se tornar de alguma maneira mais viva.

Uma pesquisa realizada por Teresa Lesiuk, professora de terapia musical na Universidade de Miami, investigou como a música afeta o desempenho no trabalho. Em um estudo envolvendo especialistas de tecnologia de informação, ela descobriu que aqueles que ouvem músicas durante o horário profissional concluem suas tarefas mais rapidamente e têm ideias melhores, já que a melodia altera o humor.

— Quando você está estressado pode tomar uma decisão equivocada por ter um foco muito estreito de atenção. Durante um estado de espírito positivo, porém, é capaz de pensar em mais opções — afirma Lesiuk.

A professora também descobriu que a escolha pessoal na música também é importante. Durante a pesquisa ela permitiu que os participantes selecionassem qualquer obra que eles gostavam. Os moderadamente habilidosos no trabalho se beneficiaram mais do artifício. Os já experientes não sentiram efeito e os novatos consideraram as melodias distrações.

Em termos biológicos, sons melodiosos ajudam a incentivar a liberação de dopamina na área de recompensa do cérebro. Segundo Amit Sood, doutor em medicina integratica da clínica Mayo, é a mesma sensação de quando uma pessoa come uma guloseima, olha algo apelativo ou cheira um aroma agradável.

— As mentes das pessoas tendem a vagar e sabemos que a mente, quando viaja, é infeliz — diz Sood. — Na maior parte do tempo estamos focando as imperfeições da vida. A música pode nos trazer de volta ao momento presente.

Poucas empresas têm algum tipo de regulamentação da música durante o horário de trabalho, conta Paul Flaherty,vice-presidente da agência de recursos humanos Robert Half Technology. Mesmo assim, segundo ele, ainda é uma boa ideia consultar o chefe quando ao uso de fonte de ouvido no escritório. Alguns supervisores podem achar que os trabalhadores não estão totalmente engajados no trabalho e presos dentro do próprio mundo.

— Se alguém não estiver fazendo um bom trabalho poderá ouvir do gerente que tudo o que faz é ouvir música todo dia — alerta Flaherty.

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Muitas pessoas acham que se posicionam de forma correta em frente ao computado...

Como fazer para se posicionar corretamente em frente ao PC



Muitas pessoas acham que se posicionam de forma correta em frente ao computador enquanto, na verdade, estão se acomodando de maneira prejudicial à saúde do próprio corpo. Este artigo tem por finalidade dar algumas dicas sobre como se posicionar enquanto se usa um computador, de maneira a evitar lesões e outros tipos de problemas relacionados a essa questão.

Principais problemas

A coluna vertebral e o coração são as partes do corpo que mais exercem esforço quando você fica sentado muito tempo em frente ao computador, seja trabalhando ou se divertindo.

Manter-se sentado pode parecer confortável, mas essa posição faz com que os discos intervertebrais sejam desgastados, devido ao peso do corpo e à má postura. Tal desgaste inicia, em poucos anos, um processo degenerativo silencioso e irreversível, ou seja, se você sente dores é porque sua situação está crítica. Procure logo auxílio médico.

Outro problema em ficar horas sentado frente ao computador é o fato de sobrecarregar o coração: os batimentos cardíacos ficam mais fortes para garantir a irrigação da região inferior do corpo. Isso ocorre porque o posicionamento errado das pernas dificulta a circulação sanguínea da região. Visando contornar isso, o coração passa a bater mais forte para tentar vencer a dificuldade imposta pela posição errada.

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Posicionamento ideal do corpo

O Baixaki conversou com Vinicius Dobgenski, que é especialista em Fisiologia do Exercício, e ele nos falou sobre a importância de se manter uma postura correta ao sentar diante do computador.

Cadeira

A cadeira é onde a atenção deve começar. Você deve buscar a posição mais neutra possível, procurando aliviar a pressão nos discos intervertebrais. A principal curvatura é a lombar (entre a metade das costas e a cintura), onde há a maior incidência de problemas.

Algumas cadeiras contam com um apoio lombar, o qual deve ser utilizado para firmar a coluna. Mantenha a região lombar sempre apoiada no encosto da cadeira ou em um suporte para as costas. Geralmente, esse apoio tem três regulagens de altura, portanto ele se adapta a qualquer pessoa sem maiores problemas.

 

Caso sua cadeira não tenha o apoio, é possível improvisar. Um cobertor enrolado, por exemplo, pode ser posicionado na altura da região lombar.

Cabeça, pescoço e ombros

Seu pescoço e cabeça devem estar sempre eretos, seus ombros relaxados e sua linha de visão deve estar alinhada com topo/centro da tela do monitor a uma distância de 45 cm a 65 cm (mais ou menos um braço).

Distância correta para o monitor.

O ideal é que o monitor esteja na mesma altura dos olhos, pois assim a cabeça não é forçada a se curvar para ter a melhor visão. Caso precise ler um texto fora do computador (em uma folha de papel, etc.), procure deixá-lo em uma posição na qual sua cabeça seja inclinada (ou movida para os lados) o mínimo possível. De preferência arranje um suporte para folhas que se fixa ao lado do monitor.

Braços

Os cotovelos devem ser mantidos sempre junto ao corpo, ou seja, nem projetados para frente (braços esticados) e nem em posição de voo (cotovelos erguidos). Alinhe seus antebraços em um ângulo entre 100 e 110 graus com o teclado. Pense assim: se o seu cotovelo fosse o centro de um relógio, esses graus equivaleriam com o horário 12h20. Já os pulsos devem permanecer sempre retos (relaxados) e alinhados com o resto do braço.

Inflamações nos ombros, cotovelos e punhos são consequências de mau posicionamento diante do computador. Por isso, há que se prestar atenção também em como você movimenta a mão ao controlar o mouse, por exemplo. É melhor utilizar as articulações maiores, de ombro e cotovelo, do que movimentar somente o punho.

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É importante utilizar os apoios de mouse e teclado, pois eles mantêm o punho estável, sem apontar para baixo ou para cima.

Pernas

Quando as pernas estão muito dobradas, o fluxo sanguíneo é comprometido e dificulta a irrigação, fazendo com que o coração seja forçado a bater mais rapidamente. Logo, o ideal é manter a perna levemente esticada, e é melhor ainda utilizar um apoio de pernas para melhorar a circulação. Evitar ficar com a perna dobrada ou sentar sobre ela também ajuda a manter a circulação adequada.

Detalhe do apoio de pernas.

Objetos utilizados

Basicamente todos os objetos utilizados com frequência devem ser mantidos ao alcance das mãos (sem esticar os braços) e no mesmo plano, ou seja, na mesma altura. Se você costuma escrever enquanto está diante do computador, garanta que haja espaço o suficiente para afastar o teclado (para evitar assim o posicionamento errado dos pulsos).

Se possível, trabalhe em mesas com bordas arredondadas, caso contrário, providencie um suporte almofadado para evitar que a quina da mesa interrompa a circulação sanguínea dos braços.

Caso você precise se virar com frequência (para atender ao telefone, etc.), não gire o tronco de forma brusca, pois assim evita riscos de uma torção. Já no caso de você usar uma mesa que tenha gavetas, evite colocar quaisquer objetos, principalmente os pesados, nas que ficam muito próximas ao chão.

Dicas

Há certas atitudes que podem ajudar a evitar lesões, cansaço e mesmo doenças ósseo-musculares:

  • Evite ficar muito tempo na mesma atividade. A cada duas ou três horas, dê uma volta ou mude o que está fazendo. É importante fazer exercícios simples com frequência para minimizar as chances de dores no punho e na coluna cervical. É recomendado parar de hora em hora, durante cinco minutos, para fazer alongamentos.
  • Use uma bolinha na mão e pressione-a com os dedos por aproximadamente dois segundos, repetindo 20 vezes. Isso ajuda a fortalecer a musculatura da região e minimizar a ocorrência de dores.

Exercício simples com uma bolinha de borracha.

  • Para se alongar, comece esticando o braço e puxe a ponta dos dedos para cima durante 10 a 15 segundos, repetindo de três a quatro vezes. Também é possível puxar a ponta dos dedos para baixo, também segurando durante 10 a 15 segundos. Esse exercício fortalece a musculatura do antebraço.

Exercício de alongamento.

  • Para a coluna, encoste o queixo no osso da clavícula e faça uma leve pressão na nuca durante 10 a 15 segundos. Troque o lado e repita o exercício. Não é necessário fazer força, apenas o suficiente para sentir o relaxamento.

Alongamento do pescoço.

  • Substitua, na medida do possível, a quantidade de movimentos repetitivos, como cliques, por atalhos no teclado. Já enquanto você digita, mantenha os dedos relaxados e não bata com força nas teclas. Por fim, não segure canetas e afins enquanto usa o mouse e descanse os olhos de vez em quando (olhando para direções diferentes daquela onde está o monitor).

Esperamos que você aproveite essas dicas e que elas possam ajudá-lo a economizar muitas visitas ao médico!


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/educacao/1361-ergonomia-como-fazer-para-se-posicionar-corretamente-em-frente-ao-pc.htm#ixzz23cHc6A00

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No Brasil , as lesões por esforços repetitivos e distúrbios ósteo-musculares relacionados ao trabalho (LER/Dort) são uma epidemia. Dor, ...

A LER no Brasil


No Brasil, as lesões por esforços repetitivos e distúrbios ósteo-musculares relacionados ao trabalho (LER/Dort) são uma epidemia. Dor, parestesia (frio, calor, formigamento ou pressão), sensação de peso e fadiga, principalmente nos ombros, são sintomas de um tipo de problema que afasta cerca de 100 mil trabalhadores por ano. 

É obrigatório notificar os casos como acidente de trabalho ao Ministério da Saúde. Recomenda-se intervir logo no início contra o avanço da lesão.

Primeiro, deve-se analisar as situações de trabalho e identificar os fatores de risco. Com os dados de saúde do trabalhador, faz-se um estudo ergonômico multidisciplinar, com a participação dos chefes de produção, membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), gestores de recursos humanos, responsáveis pela manutenção, médicos do trabalho, engenheiros e outros. Aspectos biomecânicos, cognitivos, sensoriais, afetivos e de organização do trabalho devem ser analisados de forma integrada.

Eles devem analisar o posto de trabalho (assento, mesa, luminosidade), as ferramentas (a qualidade da tela do computador, o comprimento do fio do mouse) e fatores agressores como exposição a vibrações, temperatura, ruídos, pressão mecânica localizada, tensão, cargas etc.

Há que checar também os processos de trabalho. Tanto atividades monótonas quanto as de muita exigência cognitiva, que causem tensão muscular e estresse, podem ser prejudiciais. E deve-se levar em conta ainda a percepção subjetiva do trabalhador. Ele está preocupado demais com seu futuro na empresa ou na carreira? O trabalho atual atende a suas expectativas? 

Eliminar as lesões não é, portanto, apenas modificar o mobiliário, fazer ginástica laboral e fisioterapia. A fisioterapia alivia a dor, relaxa a musculatura tensionada e orienta a postura em atividades ocupacionais e de lazer.

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Um ambiente de trabalho mais flexível pode trazer melhoras para a qualidade do sono e da saúde dos empregados,...

Rotina de trabalho flexível melhora a saúde e o bem-estar dos funcionários



Um ambiente de trabalho mais flexível pode trazer melhoras para a qualidade do sono e da saúde dos empregados, de acordo com novo estudo da University of Minnesota junto à University of Delaware, nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados no Journal of Health and Social Behavior.

O estudo usou dados coletados de 608 empregados de uma empresa americana antes e depois da flexibilização do ambiente de trabalho. Com isso, os pesquisadores analisaram as mudanças na saúde e nos hábitos saudáveis desses funcionários, comparando a outras pessoas que não passaram por essa experiência.

Na iniciativa dessa empresa, que aconteceu em 2005, os empresários permitiram que os funcionários decidissem quando e onde trabalhar, com base em suas necessidades individuais e responsabilidades no trabalho, sem que tivessem que pedir permissão ou avisar aos seus gerentes.

Ao final do estudo, descobriu-se que esses empregados:

- Relataram terem dormido quase uma hora a mais (52 minutos) que o de costume;
- Melhoraram os hábitos saudáveis, pois se sentiram menos pressionados a trabalhar doentes e mais propensos a procura um médico quando necessário, mesmo que estivessem atarefados;
- Organizaram melhor o tempo para executar as tarefas e reduziram o conflito entre trabalho e família.  

Todas essas mudanças diminuíram a exaustão emocional e o sofrimento psíquico dos funcionários. O estudo reforça a necessidade de refletir sobre como o trabalho influencia a saúde dos indivíduos e o que pode ser feito para que essa interferência seja positiva. 

Trabalho agradável também reduz obesidade e tabagismo

Outro estudo, conduzido na Finlândia e publicado no periódico Occupational and Environmental Medicine, revela que indivíduos que julgam viver em melhores ambientes de trabalho apresentam menos comportamentos de risco à saúde: tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de álcool. Vale lembrar que esses são os quatro fatores de risco mais associados a doenças e à mortalidade em países industrializados. 

A pesquisa analisou mais de 30 mil servidores públicos finlandeses e confirmou que fatores psicossociais associados ao trabalho são capazes de contribuir para que as pessoas adquiram comportamentos de risco. Outras pesquisas já haviam revelado que condições psicológicas adversas no trabalho aumentam o risco de obesidade e excesso de álcool. Também já havia sido demonstrado que indivíduos que não têm confiança na instituição em que trabalham têm maior dificuldade em abandonar o vício do cigarro. 

O mundo corporativo já está bem convencido de que investir na saúde dos trabalhadores traz grande retorno econômico. O presente estudo demonstra que o clima organizacional pode ser um forte aliado para a promoção da saúde.

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Imagens de Alongamentos para aplicar em empresas

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